
Poucas vezes, uma manhã de domingo foi tão traumática para um país como aquela de 1º de maio de 1994, 15 anos atrás.
Na sétima volta do GP de San Marino, em Ímola, a Williams pilotada pelo brasileiro Ayrton Senna (foto), o homem que fazia o país acordar mais cedo aos domingos, saiu da curva Tamburello, com a barra de direção quebrada, e bateu de frente, a 250 km/h, no muro de cimento.
Um pedaço da suspensão dianteira perfurou o capacete de Senna, destruiu massa encefálica e provocou ali o fim de uma das carreiras mais vitoriosas da Fórmula-1.
Senna foi o último piloto a morrer na categoria.
Depois do acidente e do fim de semana trágico, a F-1 aprimorou as normas de segurança e aprendeu a proteger melhor seus pilotos, bem como o próprio Senna exigia.
A segurança atual, na avaliação de especialistas, é um dos maiores legados do brasileiro tricampeão mundial.
Senna nem queria disputar a prova depois do acidente grave de Rubens Barrichello na sexta-feira e da morte do austríaco Roland Ratzenberger no sábado. Ele exigia mudanças - e aqueles dias pareciam confirmar seus piores temores.
Logo na largada, mais um acidente e o carro de segurança na pista. Duas voltas depois de ele sair, os pilotos aceleraram de novo e Senna, apesar de seus reflexos (ele ainda conseguiu reduzir a velocidade de mais de 300 km/h para os 250 km/h da batida), bateu em cheio no muro.
Foi um abalo para o país.
Perguntinha:
- Você lembra onde estava naquela manhã de 1994?


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